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KPI Farm – Palavras dos Cofundadores – Parte II

APLICATIVO KPI FARME NEM TUDO SÃO FLORES…

Logo depois do lançamento da KPI Farm em 2015, mais especificamente em 05 de novembro, numa manha chuvosa na cidade de Piracicaba, recebi a notícia do próprio Filipe Lyra, o qual foi citado no post “KPI Farm – Palavras dos Cofundadores – Parte I“, da sua decisão de sair da empresa. Sim, meu mais novo sócio, agora ex-sócio, decidiu seguir sua carreira em uma empresa maior, uma startup de sucesso chamada Viva Real, que para ele apresentava maiores desafios e, o mais importante, maior estabilidade financeira.

Quase endoidei neste dia, mais uma vez a ponta mais fragil do negócio, que é a área de Tecnologia da Informação – TI, se romperia…e rompeu!

O planejamento da KPI Farm não mais seguiria adiante, o marketing digital parou, os artigos, guias e outros materiais pararam de ser produzidos, o sistema não mais poderia receber usuários (e se desse um problema, um bug, etc?). Tudo foi devidamente congelado e, lógico, essa foi a melhor coisa a ser feita.

Depois do susto e do leite derramado que não há maneira de voltar atrás, dedici continuar (hahaha, dou risada porque nada me derruba, resiliência é realmente meu ponto mais forte). A primeira coisa que fiz foi buscar outro sócio de TI para compôr, novamente, o quadro societário da empresa, até porque em um negócio de software, urge ter alguem comprometido na empresa que desenvolva software. Os interessados apareceram e logo eu tinha umas quatro pessoas interessadas no negócio. E como filtrar isso? CONTRATO. Essa é a melhor maneira de atrair quem realmente está a fim de ajudar e não só de sugar. MEMORANDO DE ENTENDIMENTO E OUTRAS AVENÇAS foi o contrato que meu novo sócio deveria assinar para ter acesso aos documentos, linhas de códigos e ao treinamento que seria dado pelo próprio Filipe Lyra.

Este contrato não tinha nada de mais, nada que verbalmente os interessados já não tivessem concordado, mas falar é uma coisa e assinar o contrato, é outra. E de fato, essa foi a melhor maneira de separar o joio do trigo. Resumidamente no contrato que eu mesmo redigi (eu também exerço o papel de advogado, sem ser, na empresa, rsrsrs) tínhamos: (i) Qualificação das partes; (ii) Considerandos; (iii) Objeto; (iv) Da nova Empresa; (v) Da aquisição da KPI Farm pelas partes; (vi) Da transferência dos direitos da KPI Farm para a nova empresa; (vii) Das informações confidenciais; (viii) Da propriedade e exploração comercial da KPI Farm; (ix) Das normas e procedimentos para um possível destrato, incluindo a não concorrência; (x) Início, vigência e duração; (xi) Outras disposições, foro, local, data e testemunhas.

E o trigo foi separado, trigo da melhor qualidade e que aceitou o “casamento” (porque ter sócio é ter um casamento). Ederson Garcia, mestre em ciências das computação pela UNIMEP, MBA em gestão empresarial pela FGV, trabalhou 9 anos na Raizen como analista de sistemas e gerente de projetos e 2 anos e meio na Enalta como gerente de projetos e gerente de produtos.

Mas, e a partir de agora?

Agora em março de 2016 retomamos nosso planejamento inicial, com algumas modificações e adaptações, é claro, mas cheio de novidades. A KPI Farm continuará sua trajetória e, para finalizar, replico aqui essa frase do post “KPI Farm – Palavras dos Cofundadores – Parte I“…

…A PARTIR DE AGORA CONTINUA SEGUINDO ASSIM:

Um Esalqueano e Eng. Agrônomo e um Nerd da computação querem ajudar a transformar a agricultura mundial. Querem levar aos produtores e pessoas envolvidas com o agronegócio, tecnologias e ferramentas que impactem positivamente as suas decisões, sempre simples e intuitivas, a um preço que todos possam pagar ou mesmo gratuitamente. Pensada para a melhor experiência, queremos que nossos clientes se sintam em casa e com isso retornem sempre. O sucesso de nossos clientes é o nosso sucesso!

Um abraço a todos.
Luiz Eduardo Faria e Ederson Garcia – Cofundadores da KPI Farm

www.kpifarm.com.br

 

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